Rosilane Camargo Motta deu os primeiros passos no futebol no Bonsucesso, clube da periferia carioca. No Madureira, ganhou a alcunha que virou marca: Fanta. Nome dado não por uma predileção ao refrigerante, mas por “sumir” das preleções do técnico Zequinha. A habilidade fez com que o treinador a chamasse de Fantasma, apelido reduzido para Fanta.
Destacando-se no grande time do Radar nos anos 1980, integrou desde os primórdios a Seleção Brasileira. Além do Torneio Experimental de 1988, defendeu o Brasil em três Copas do Mundo (1991, 1995 e 1999) e na estreia olímpica (Atenas 1996).







