Escritor, especializou-se em retratar o submundo dos marginalizados sociais como prostitutas, cafetões e malandros. Começou escrevendo para O Crisol, jornal infanto-juvenil, aos 12 anos. Em 1963 lançou seu primeiro livro “Malagueta, Perus e Bacanaço”, a história de três malandros paulistas, com qual ganhou, logo de início, dois Prêmios Jabuti. Acabou contratado pelo Jornal do Brasil, colaborando depois com Manchete, O Paquim e fez parte da equipe que criou a revista Realidade. A partir da década de 1970, dedicou-se exclusivamente à literatura, viajou pelo interior do Brasil e pela Europa, onde viveu por quatro anos. Publicou mais de 20 livros, antes de falecer em 1996. Sua biblioteca foi doada à Universidade Estadual Júlio de Mesquita Filho (UNESP) de Assis.
