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Lógicas no futebol: releituras


Antropologia; Etnografia; Futebol; História; Jornalismo; Sociologia

Lógicas no futebol: releituras


Antropologia; Etnografia; Futebol; História; Jornalismo; Sociologia

Passadas duas décadas, “Lógicas no Futebol” clássica obra de Luiz Henrique Toledo sobre o futebol no Brasil está de volta, e com textos inéditos.


Suporte

Papel

Número de páginas

557

Dimensões

17 x 23,5cm

ISBN/ISSN

9786584540040

Série e volume

Academia Ludopédio v. 3

Sumário

Nota do Ludopédio à nova edição (Enrico Spaggiari) p. 13
Apresentação p. 19
Lógicas em resenhas (Simoni Lahud Guedes; Heitor Frúgoli Jr.) p. 29
Prefácio (José Guilherme Cantor Magnani) p. 49

1 – Treino é treino, jogo é jogo p. 71
O futebol jogado nos manuais p. 75
– Breve histórico dos manuais técnicos p. 75
– Universalizando as regras, fragmentando estilos p. 90
– As formas de jogar p. 115
– A linguagem dos esquemas táticos p. 127
Curso básico e soccer clinic p. 137
– Futebol se aprende na escola p. 137
– Do estilo à técnica p. 159
– Os técnicos “de ponta” p. 167
– Trajetórias e dilemas profissionais p. 182
Rotinas e rituais p. 203
– A máxima de Didi p. 203
– Os CTs e os treinos vistos dos alambrados p. 216
– Dos técnicos aos preparadores físicos e mentais p. 225
– A busca das formas-representações p. 244
Releitura p. 259
– Um campo sempre a percorrer p. 259
– Futebol moderno: financeirização ou espoliação? p. 263
– Simbolismo e materialidade p. 275
– Aprendizagens p. 278

2 – Jornada esportiva p. 283
Os sentidos multiplicadores do jogo, no campo dos especialistas p. 287
– A “invenção” da crônica e dos cronistas p. 287
– Especialistas e ‘amadores’ p. 296
– Clubismo e bairrismo entre especialistas p. 303
As coberturas diaristas p. 311
– Esportes nas coberturas jornalísticas p. 311
– “Fontes” e mídia esportiva p. 317
– Técnica e estilo do jornalismo esportivo diarista p. 323
– A construção simbólica da emoção entre os especialistas p. 340
Transmissões ao vivo e as mesas-redondas p. 349
– Comentaristas, locutores, repórteres e cinegrafistas p 349
– O ponto de vista dos especialistas p. 360
– Futebol falado p. 365
Releitura p. 379
– Boom tecnológico p. 380
– De neófito a professor: uma autoetnografia esportiva p. 388
– Performance e práticas esportivas p. 392

3 – Futebol não tem lógica? p. 397
Significados do torcer p. 401
– Sócios versus assistências p. 401
– As primeiras formas coletivizadas do torcer p. 409
– A violência vista “de dentro” e “de fora” do campo esportivo p. 417
– Das torcidas organizadas aos sócio-torcedores p. 434
Mesas de bares e a sociabilidade cotidiana p. 441
– Da lógica competitiva e outras lógicas p. 441
– Sociabilidade cotidiana e o ethos “de bar” p. 458
– Lógica do sensível p. 467
Torcer e enxergar o jogo p. 475
– De olho no lance p. 475
– Versões de um mesmo esporte p. 488
Releitura p. 497
– O mal tem endereço, mas não tem origem p. 498
– Acaso e divisores analíticos p. 502
– Universo do torcedor p. 504
– Transgressão torcedora e o contrato burguês p. 507
– Pesquisadores-torcedores e torcedores-pesquisadores p. 513
– Juntos e misturados p. 516

Considerações finais p. 519
Arremate p. 527

Referências bibliográficas p. 531
Jornais, revistas, catálogos, folders, documentos manuscritos, panfletos, programas esportivos, sites, endereços eletrônicos p. 555
Sites e endereços eletrônicos p. 557

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