O livro investiga uma das passagens menos documentadas do futebol gaúcho: a história dos clubes e associações esportivas que, na primeira metade do século XX, promoveram campeonatos de futebol em que o povo negro era protagonista, indo contra a estrutura estabelecida pelos grandes clubes dos primórdios do futebol gaúcho. O historiador e pesquisador também nega que as elites tenham sido, necessariamente, o centro do processo de desenvolvimento desse esporte, defendendo que ele ocorreu em diferentes frentes.

