“Sem chuteiras e sem unhas” capta de maneira singular as relações do espaço urbano, acompanhando a trajetória do autor que ao visitar o bairro onde cresceu, passa pelos lugares que marcaram a infância, rememorando pessoas e histórias, formando um passado nostálgico em que o futebol de rua era o espaço das aventuras e desventuras do pior time do mundo.



